“Eu te constituí como luz das nações para levares a salvação até os confins da terra” (At 13,47)
“Eu te constituí como luz das nações para levares a salvação até os confins da terra” (At 13,47)
Reflexão

Reflexão litúrgico-pastoral para a Solenidade de Todos os Santos

Publicado em 1 de novembro de 2019

A santidade é nossa vocação – 3 de novembro de 2019

A Igreja celebra, neste domingo, a Solenidade de Todos os Santos, de todos aqueles que souberam ser fiéis ao projeto de Jesus Cristo e são modelos de vida para nós. Celebramos os santos canonizados e os não canonizados, todos os que estão na glória de Deus, ou seja, os que fizeram o bem, os que colocaram em prática os ensinamentos de Jesus, em especial, as bem-aventuranças.

Celebramos os justos do passado, celebramos a vocação à santidade futura (o céu) e celebramos a santidade como dom e graça presente. Essa celebração quer lembrar que a santidade é a nossa vocação, pois todos somos chamados a ser santos.

A primeira leitura (Ap 7, 2-14) nos mostra uma imensa multidão de justos, que provém de toda nação, tribo, povo e língua, acentuando a universalidade da salvação. “Esses são os sobreviventes da grande tribulação; lavaram as suas vestes e as alvejaram no sangue do Cordeiro.”

Na segunda leitura (1Jo 3, 1-3), São João lembra a nossa filiação divina, insistindo que nós somos de fato filhos de Deus, por isso participamos de sua natureza: “Considerai com que amor nos amou o Pai, para que sejamos chamados filhos de Deus. E nós o somos de fato.”

No evangelho (Mt 5, 1-12), Jesus nos apresenta as bem-aventuranças como caminhos para conseguirmos a felicidade e a santidade. Bem-aventurados são os pobres, os que choram, os mansos, os que têm fome e sede de justiça, os misericordiosos, os puros de coração, os pacíficos, os que são perseguidos. Bem-aventurado é aquele que possui a verdadeira e plena felicidade. Por isso, ser santo é ser pessoa plenamente realizada e feliz.

As bem-aventuranças questionam radicalmente nossos critérios habituais de felicidade e também os da sociedade. A proposta evangélica é, por isso, um grande sinal de contradição diante dos valores da sociedade capitalista, opressora e injusta. Só encontraremos a verdadeira felicidade no seguimento de Jesus – pobre, misericordioso, puro, pacífico e perseguido. E Ele nos encoraja sempre: “Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa.” 

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