“Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura” Mc 16,15

Regimento do Conselho Paroquial de Pastoral

Definição e finalidade

1. O Conselho Paroquial de Pastoral (CPP) é um organismo representativo da comunidade paroquial, sinal e instrumento de comunhão eclesial, lugar de encontro, de convergência, de diálogo e de irradiação pastoral (Cf. CDC cân. 536).

2. Todas as paróquias devem ter seu CPP.

Tarefas

3. Assessorar o pároco ou equivalente na coordenação, no planejamento, no discernimento e na avaliação dos trabalhos da pastoral paroquial e da ação evangelizadora;

4. Ser porta-voz das necessidades pastorais da comunidade;

5. Promover o entrosamento entre comunidades, equipes, grupos e associações existentes na paróquia;

6. Harmonizar as diversas ações da paróquia com as atividades previstas nos níveis regional e diocesano, evitando assim a coincidência de programas e datas;

7. Ser um instrumento de comunhão e participação na paróquia;

8. Fazer-se representar no Conselho Regional de Pastoral, segundo a norma deste;

9. Dinamizar o espírito missionário na paróquia.

Constituição

10. São membros natos do CPP o pároco e os demais ministros ordenados que tenham ofício na paróquia. O pároco ou equivalente é o presidente nato do CPP (cf. CDC cân. 536 § 1).

11. Para compor o CPP escolha-se uma destas duas formas:

• um representante de cada comunidade e/ou de cada equipe de pastoral ou movimento existente na paróquia;

• representantes de comunidades/equipes e membros eleitos pela assembleia paroquial.

12. O presidente pode indicar até 1/3 (um terço) do número dos membros do CPP.

13. O mandato de cada CPP tem duração de dois anos e os membros podem ser reconduzidos uma vez.

14. No mês de fevereiro de 2011, seja realizado o processo de renovação das coordenações paroquiais de pastorais e movimentos. O prolongamento dos seus mandatos será apreciado pelo CPP e resolvido pelo pároco.

15. Quando da posse de novo pároco ou equivalente, os membros do CPP colocam os cargos à sua disposição.

Reuniões

16. As reuniões sejam bimestrais. Conforme a necessidade, o pároco ou equivalente convoque reuniões extraordinárias.

17. O pároco ou equivalente sempre preside as reuniões. A coordenação dos trabalhos pode ser exercida por algum outro membro.

18. O presidente e o/a coordenador/a (onde houver) preparam previamente a pauta de cada reunião.

19. O CPP é um organismo consultivo (cf. CDC cân. 536, § 2). Quando o presidente coloca algum assunto para discussão e votação, a suposição é de tratar-se apenas de uma consulta, a não ser que previamente advirta estar delegando poder deliberativo.

20. Haja também o cuidado de buscar o consenso de todos ou soluções que conciliem direitos e interesses da maioria e dos grupos minoritários e não simplesmente a vontade da maioria. O pároco assuma sem hesitar esse consenso, a não ser que motivos de consciência lhe imponham um momento de reflexão ou consulta ao bispo, para voltar novamente a dialogar com o CPP (cf. Doc 62, 122).

21. Um/a secretário/a anota, em livro próprio, os pontos discutidos e aprovados na reunião, lavrando assim uma ata que é lida no início de cada reunião.

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